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Selic cai para 14%: veja o que pode mudar nos empréstimos, financiamentos e investimentos

Selic cai para 14%: veja o que pode mudar nos empréstimos, financiamentos e investimentos. Banco Central reduziu a Selic para 14% ao ano. Entenda como a decisão pode afetar crédito, financiamentos, cartões e investimentos.

· Atualizado: 05/08/2026 19:23
Redução da Selic pode influenciar empréstimos, financiamentos e investimentos no Brasil. Foto: Imagem ilustrativa

O Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (5) reduzir a taxa Selic de 14,25% para 14% ao ano. Foi o quarto corte consecutivo na taxa básica de juros da economia brasileira.

A decisão foi unânime e levou a Selic ao menor nível desde março de 2025. O Banco Central também deixou aberta a possibilidade de novos cortes, dependendo do comportamento da inflação e da atividade econômica.

A Selic serve como referência para diversas operações financeiras. Quando ela diminui, empréstimos, financiamentos e outras modalidades de crédito podem ficar mais baratos, mas a redução não é necessariamente imediata.

Os juros cobrados dos consumidores também incluem riscos de inadimplência, custos operacionais, impostos e a margem de cada instituição financeira. Por isso, cheque especial e cartão de crédito podem continuar com taxas elevadas mesmo após a decisão do Banco Central.

Nos investimentos, a queda tende a reduzir gradualmente a rentabilidade de aplicações ligadas à Selic ou ao CDI, como Tesouro Selic, CDBs e fundos de renda fixa. Mesmo assim, a taxa permanece em patamar elevado.

Consumidores que pretendem contratar crédito devem comparar o Custo Efetivo Total, e não somente a taxa anunciada. O indicador reúne juros, tarifas, seguros e outros encargos da operação.


Fonte: Banco Central e Reuters.


Tags: Selic, Banco Central, juros, empréstimos, financiamento, investimentos, economia

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